terça-feira, 3 de maio de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
ludicidade
ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL
JACY K. SALAMONI
Projeto: Trabalhando e brincando com o lúdico
Professoras: Margarida Campos Valério e Sirlei Knapp Trevisol
Objetivo: Verificar a importância do lúdico como recurso pedagógico Através de jogos e brincadeiras.
Áreas do conhecimento: Este projeto será desenvolvido de forma interdisciplinar.
Cronograma: O ano todo.
Essas atividades contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual, cognitivo, emocional e físico do educando. Podem ser trabalhados em todas as disciplinas, desde que sejam bem adaptadas aos conteúdos, a faixa etária e prontidão dos alunos.
O passo básico para a compreensão da matemática, sua linguagem e a construção desse conhecimento, é a experiência vivida e o contato que a criança tem consigo, com o outro e o conteúdo que está sendo trabalhado. É através dessa experiência que a criança forma seu pensamento lógico e a partir daí fazer conjecturas.
Trabalhar a matemática através dos jogos e brincadeiras permite-se que a criança constitua uma característica própria de liberdade, de criar e adaptar medidas a qual as atividades se tornam atraentes aos olhos dos que buscam incansavelmente novidades, descobertas e vivências e que lhes satisfaçam a curiosidade.
Essa pesquisa possibilita reforçar a hipótese da importância e necessidade do uso dos jogos e brincadeiras no processo de ensino aprendizagem, pois representam excelente recurso para o professor diversificar suas aulas.
JACY K. SALAMONI
Projeto: Trabalhando e brincando com o lúdico
Professoras: Margarida Campos Valério e Sirlei Knapp Trevisol
Objetivo: Verificar a importância do lúdico como recurso pedagógico Através de jogos e brincadeiras.
Áreas do conhecimento: Este projeto será desenvolvido de forma interdisciplinar.
Cronograma: O ano todo.
Essas atividades contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual, cognitivo, emocional e físico do educando. Podem ser trabalhados em todas as disciplinas, desde que sejam bem adaptadas aos conteúdos, a faixa etária e prontidão dos alunos.
O passo básico para a compreensão da matemática, sua linguagem e a construção desse conhecimento, é a experiência vivida e o contato que a criança tem consigo, com o outro e o conteúdo que está sendo trabalhado. É através dessa experiência que a criança forma seu pensamento lógico e a partir daí fazer conjecturas.
Trabalhar a matemática através dos jogos e brincadeiras permite-se que a criança constitua uma característica própria de liberdade, de criar e adaptar medidas a qual as atividades se tornam atraentes aos olhos dos que buscam incansavelmente novidades, descobertas e vivências e que lhes satisfaçam a curiosidade.
Essa pesquisa possibilita reforçar a hipótese da importância e necessidade do uso dos jogos e brincadeiras no processo de ensino aprendizagem, pois representam excelente recurso para o professor diversificar suas aulas.
terça-feira, 19 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
AS SEREIAS DO ENSINO ELETRÔNICO.
Água Boa, 31/03/2011
ATIVIDADE: 1.2
AS SEREIAS DO ENSINO ELETRÔNICO
As sereias são seres que seduzem, encantam, aprisionam e depois devoram.
O professor está sendo seduzido pelas novas tecnologias da comunicação e da informação.
Tem-se a impressão de que tudo o que foi ensinado, ou a forma como foi ensinado até agora será que quem não se adaptar as novas tecnologias para educação será excluído dessa profissão.
Mas será que o aluno é mesmo o grande beneficiado com essas novas tecnologias?
Em educação, atualmente, fala-se muito em interação e troca de informação entre professor e aluno, em estimular a criatividade desses. E para isso deseja-se que as novas tecnologias aplicadas a educação resolvam todos esses desafios.
Mas de nada adianta introduzi-las na educação se mantivermos regras, limites, proibições em seu uso.
A educação tradicional está se mostrando insuficiente para o tipo de mão-de-obra que o sistema está exigindo atualmente.
As empresas não querem mais trabalhadores autônomos e repetitivos, mas sim, ambiciosos e multifuncionais.
Fala-se muito em educação permanente, atualização. Essa demanda por profissionais diferentes tem reflexos sobre quem os forma. E assim surge a oferta de freqüentar cursos sem sair de casa. A demanda por um novo tipo de profissional, multifuncional, polivalente e inovador recai sobre a universidade. Sua estrutura atual, entretanto, não pode (e nem deve) acompanhar a velocidade de mudança do mercado nem o custo resultante do atendimento a todas as demandas que lhe são feitas. Pelo contrário, ao mesmo tempo em que novas exigências aparecem, as políticas de financiamento público ficam cada vez mais restritivas. É preciso tomar muito cuidado para que o uso das novas tecnologias aplicada na educação não tenha apenas a finalidade de satisfazer o sistema produtivo que necessita de um novo tipo de trabalhador. .
ATIVIDADE: 1.2
AS SEREIAS DO ENSINO ELETRÔNICO
As sereias são seres que seduzem, encantam, aprisionam e depois devoram.
O professor está sendo seduzido pelas novas tecnologias da comunicação e da informação.
Tem-se a impressão de que tudo o que foi ensinado, ou a forma como foi ensinado até agora será que quem não se adaptar as novas tecnologias para educação será excluído dessa profissão.
Mas será que o aluno é mesmo o grande beneficiado com essas novas tecnologias?
Em educação, atualmente, fala-se muito em interação e troca de informação entre professor e aluno, em estimular a criatividade desses. E para isso deseja-se que as novas tecnologias aplicadas a educação resolvam todos esses desafios.
Mas de nada adianta introduzi-las na educação se mantivermos regras, limites, proibições em seu uso.
A educação tradicional está se mostrando insuficiente para o tipo de mão-de-obra que o sistema está exigindo atualmente.
As empresas não querem mais trabalhadores autônomos e repetitivos, mas sim, ambiciosos e multifuncionais.
Fala-se muito em educação permanente, atualização. Essa demanda por profissionais diferentes tem reflexos sobre quem os forma. E assim surge a oferta de freqüentar cursos sem sair de casa. A demanda por um novo tipo de profissional, multifuncional, polivalente e inovador recai sobre a universidade. Sua estrutura atual, entretanto, não pode (e nem deve) acompanhar a velocidade de mudança do mercado nem o custo resultante do atendimento a todas as demandas que lhe são feitas. Pelo contrário, ao mesmo tempo em que novas exigências aparecem, as políticas de financiamento público ficam cada vez mais restritivas. É preciso tomar muito cuidado para que o uso das novas tecnologias aplicada na educação não tenha apenas a finalidade de satisfazer o sistema produtivo que necessita de um novo tipo de trabalhador. .
TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO.
Água Boa, 27/03/2011.
ATIVIDADE: 1.3
TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO:
Ladislau, em seus comentários a respeito das novas tecnologias, menciona que é imperativo que nós nos amoldemos a essa nova realidade, tendo acesso aos novos conhecimentos para que eles possam ser repassados aos nossos alunos. Mas o que me chamou atenção na fala dele é que “a escola deve ser menos lecionadora e mais organizadora de conhecimento, articuladora dos diversos espaços do conhecimento”. Embora seja um trecho destacado na atividade para ser discutido, acredito que seja o ponto central sobre a temática abordada. Temos que entender que não há como assimilarmos todos esse volume de informações à nós disponibilizadas. Precisamos compreender o que é necessário a cada um de nós, levando-se em conta, claro, a nossa realidade e necessidades, e a partir daí, como Ladislau comenta, organizarmos essas informações articularmos os espaços que nos possibilitem acessá-las. Ao trabalharmos em sala de aula, termos a sensibilidade de entender o que é importante aos nossos alunos naquele momento e fazer com que eles explorem as possibilidades disponíveis, afim de ampliar a sua maneira de ver determinado assunto ou conteúdo. Como muitos dizem “o outro lado da moeda”. Inclusive estaremos tornando possível que desenvolvam seu senso crítico. No entanto, o ponto em questão nesse processo, não é que informações acessaremos mas como as acessaremos. Os professores precisam se qualificar para que possam ser um auxílio para seus alunos no sentido de orientá-los no uso das novas tecnologias para que possam ser inseridos nesse mundo tecnológico.
ATIVIDADE: 1.3
TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO:
Ladislau, em seus comentários a respeito das novas tecnologias, menciona que é imperativo que nós nos amoldemos a essa nova realidade, tendo acesso aos novos conhecimentos para que eles possam ser repassados aos nossos alunos. Mas o que me chamou atenção na fala dele é que “a escola deve ser menos lecionadora e mais organizadora de conhecimento, articuladora dos diversos espaços do conhecimento”. Embora seja um trecho destacado na atividade para ser discutido, acredito que seja o ponto central sobre a temática abordada. Temos que entender que não há como assimilarmos todos esse volume de informações à nós disponibilizadas. Precisamos compreender o que é necessário a cada um de nós, levando-se em conta, claro, a nossa realidade e necessidades, e a partir daí, como Ladislau comenta, organizarmos essas informações articularmos os espaços que nos possibilitem acessá-las. Ao trabalharmos em sala de aula, termos a sensibilidade de entender o que é importante aos nossos alunos naquele momento e fazer com que eles explorem as possibilidades disponíveis, afim de ampliar a sua maneira de ver determinado assunto ou conteúdo. Como muitos dizem “o outro lado da moeda”. Inclusive estaremos tornando possível que desenvolvam seu senso crítico. No entanto, o ponto em questão nesse processo, não é que informações acessaremos mas como as acessaremos. Os professores precisam se qualificar para que possam ser um auxílio para seus alunos no sentido de orientá-los no uso das novas tecnologias para que possam ser inseridos nesse mundo tecnológico.
SEREIAS ELETRONICA.
Água Boa, 31/03/2011
ATIVIDADE: 1.2
AS SEREIAS DO ENSINO ELETRÔNICO
As sereias são seres que seduzem, encantam, aprisionam e depois devoram.
O professor está sendo seduzido pelas novas tecnologias da comunicação e da informação.
Tem-se a impressão de que tudo o que foi ensinado, ou a forma como foi ensinado até agora será que quem não se adaptar as novas tecnologias para educação será excluído dessa profissão.
Mas será que o aluno é mesmo o grande beneficiado com essas novas tecnologias?
Em educação, atualmente, fala-se muito em interação e troca de informação entre professor e aluno, em estimular a criatividade desses. E para isso deseja-se que as novas tecnologias aplicadas a educação resolvam todos esses desafios.
Mas de nada adianta introduzi-las na educação se mantivermos regras, limites, proibições em seu uso.
A educação tradicional está se mostrando insuficiente para o tipo de mão-de-obra que o sistema está exigindo atualmente.
As empresas não querem mais trabalhadores autônomos e repetitivos, mas sim, ambiciosos e multifuncionais.
Fala-se muito em educação permanente, atualização. Essa demanda por profissionais diferentes tem reflexos sobre quem os forma. E assim surge a oferta de freqüentar cursos sem sair de casa. A demanda por um novo tipo de profissional, multifuncional, polivalente e inovador recai sobre a universidade. Sua estrutura atual, entretanto, não pode (e nem deve) acompanhar a velocidade de mudança do mercado nem o custo resultante do atendimento a todas as demandas que lhe são feitas. Pelo contrário, ao mesmo tempo em que novas exigências aparecem, as políticas de financiamento público ficam cada vez mais restritivas. É preciso tomar muito cuidado para que o uso das novas tecnologias aplicada na educação não tenha apenas a finalidade de satisfazer o sistema produtivo que necessita de um novo tipo de trabalhador. .
ATIVIDADE: 1.2
AS SEREIAS DO ENSINO ELETRÔNICO
As sereias são seres que seduzem, encantam, aprisionam e depois devoram.
O professor está sendo seduzido pelas novas tecnologias da comunicação e da informação.
Tem-se a impressão de que tudo o que foi ensinado, ou a forma como foi ensinado até agora será que quem não se adaptar as novas tecnologias para educação será excluído dessa profissão.
Mas será que o aluno é mesmo o grande beneficiado com essas novas tecnologias?
Em educação, atualmente, fala-se muito em interação e troca de informação entre professor e aluno, em estimular a criatividade desses. E para isso deseja-se que as novas tecnologias aplicadas a educação resolvam todos esses desafios.
Mas de nada adianta introduzi-las na educação se mantivermos regras, limites, proibições em seu uso.
A educação tradicional está se mostrando insuficiente para o tipo de mão-de-obra que o sistema está exigindo atualmente.
As empresas não querem mais trabalhadores autônomos e repetitivos, mas sim, ambiciosos e multifuncionais.
Fala-se muito em educação permanente, atualização. Essa demanda por profissionais diferentes tem reflexos sobre quem os forma. E assim surge a oferta de freqüentar cursos sem sair de casa. A demanda por um novo tipo de profissional, multifuncional, polivalente e inovador recai sobre a universidade. Sua estrutura atual, entretanto, não pode (e nem deve) acompanhar a velocidade de mudança do mercado nem o custo resultante do atendimento a todas as demandas que lhe são feitas. Pelo contrário, ao mesmo tempo em que novas exigências aparecem, as políticas de financiamento público ficam cada vez mais restritivas. É preciso tomar muito cuidado para que o uso das novas tecnologias aplicada na educação não tenha apenas a finalidade de satisfazer o sistema produtivo que necessita de um novo tipo de trabalhador. .
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